Entre as sociedades que floresceram no continente americano, todas deslumbrantes e sofisticadas, a mais esplendorosa nunca foi alcançada pelos olhos dos conquistadores. Quando Cortez desembarcou na América Central, a riqueza da cultura maia repousava tranquila, envolta pelas matas da Península do Yucatán, no México. Sete séculos antes do desembarque espanhol, sem que ninguém até hoje saiba com exatidão por que, os maias abandonaram suas cidades, que só seriam redescobertas no século XIX. Das grandes civilizações do Novo Mundo, apenas os maias desenvolveram um sistema de escrita fonética, capaz de compor palavras. Os astecas, com sua escrita pictórica, podiam no máximo descrever situações e personagens: o resto tinha de ser complementado pela narrativa do mensageiro. Os incas nunca dominaram a escrita. Na arte da escultura, eram inigualáveis. Suas estátuas beiravam a perfeição. Às vezes, como na Grécia, prestando-se ao papel de colunas para prédios espetaculares. Outras reproduzindo div...
O nome verdadeiro de Alexandre Dumas era Alexandre Davy de la Pailletterie. Ele Nasceu no dia 24 de julho de 1802, em Villers-Cotterêts, perto de Paris, na França. Era filho de um general e de uma escrava negra, Marie, que morreu quando o filho ainda era pequeno. Aos 20 anos, Alexandre mudou-se para Paris. Por indicação do general Foy, Dumas conseguiu um emprego no escritório do duque de Orleans. Começou então a escrever poemas e novelas e, logo depois, seu primeiro drama. Aos vinte e cinco anos, obteve sucesso com sua primeira peça de teatro. Alexandre Dumas escrevia semanalmente para jornais e revistas. Foi um dos escritores franceses mais produtivos, aceitando inclusive convites para escrever em parceria. No ano de 1829, lançou a peça Henrique III e sua corte, que fez um estrondoso sucesso. Dumas é lembrado até hoje pelos seus romances, mas, na verdade, foi como dramaturgo que revelou seu indiscutível talento. Em 1844, a revista O Século publicou a primeira parte...